O deputado federal André Vargas (PT/PR), acusado de tenebrosas transações com o doleiro Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal, é o mesmo que cultiva uma estranha admiração por Cecílio Rego de Almeida, falecido em 2008, que se notabilizou como o maior grileiro do mundo.
Em 2009, após a morte do grileiro, Vargas apresentou um projeto de lei (PL 6.167/09) para nomear o trecho da BR-277 entre as cidades de Paranaguá e Curitiba (PR) de Rodovia Cecílio do Rego Almeida.
Assim como ainda não conseguiu explicar a amizade com o doleiro, Vargas também não conseguiu explicar o porquê da homenagem a um homem que, no Pará, grilou duas fazendas perfazendo quase 6 milhões de hectares, área maior que o Estado da Paraíba.
Lúcio Flávio Pinto (o homem que mais conhece a Amazônia), por tê-lo chamado de "pirata fundiário", foi obrigado a pagar indenização aos herdeiros do grileiro, o que só foi possível graças a uma campanha de solidariedade promovida por amigos e leitores do Jornal Pessoal.
Noutros tempos, um sujeito desses não se criava no PT.
Em 2009, após a morte do grileiro, Vargas apresentou um projeto de lei (PL 6.167/09) para nomear o trecho da BR-277 entre as cidades de Paranaguá e Curitiba (PR) de Rodovia Cecílio do Rego Almeida.
Assim como ainda não conseguiu explicar a amizade com o doleiro, Vargas também não conseguiu explicar o porquê da homenagem a um homem que, no Pará, grilou duas fazendas perfazendo quase 6 milhões de hectares, área maior que o Estado da Paraíba.
Lúcio Flávio Pinto (o homem que mais conhece a Amazônia), por tê-lo chamado de "pirata fundiário", foi obrigado a pagar indenização aos herdeiros do grileiro, o que só foi possível graças a uma campanha de solidariedade promovida por amigos e leitores do Jornal Pessoal.
Noutros tempos, um sujeito desses não se criava no PT.
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