Em nota, o empresário Jorge Gerdau, que integrou o conselho de Administração da Petrobras,
afirma que o ex-diretor da estatal, Nestor Cerveró, mentiu ao dizer que todos os integrantes do
colegiado, incluindo a presidente Dilma Rousseff, receberam o contrato da compra da refinaria
de Pasadena com 15 dias de antecedência.
Leia, abaixo, a nota do serviço Broadcast, de informações em tempo real, sobre o desmentido de Gerdau:
GERDAU NEGA QUE CONSELHO DA PETROBRAS TENHA RECEBIDO CONTRATO DE PASADENA COM ANTECEDÊNCIA
O empresário Jorge Gerdau Johannpeter, membro do Conselho de Administração da Petrobras quando a operação de compra da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA), foi aprovada, negou que os integrantes do órgão tenham recebido a proposta de contrato do negócio com 15 dias de antecedência à reunião.
Nesta quarta-feira, o advogado do ex-diretor da Área Internacional da Petrobrás Nestor Cerveró, Edson Ribeiro, afirmou que os membros do conselho tinham conhecimento prévio do contrato, incluindo suas cláusulas polêmicas.
"Ao contrário do que foi informado, Jorge Gerdau Johannpeter esclarece que o contrato de compra da refinaria de Pasadena não foi enviado previamente para avaliação do Conselho de Administração da Petrobras", afirmou Gerdau, por meio de nota enviada há pouco ao Broadcast.
A operação de compra foi aprovada pelo conselho em fevereiro de 2006, quando o órgão era presidido pela presidente Dilma Rousseff, então ministra das Minas e Energia. A compra da refinaria, conforme revelou o Estado, teve o voto favorável de Dilma. Ao todo, a Petrobrás pagou US$ 1,2 bilhão, em duas etapas, para comprar uma refinaria que, em 2005, custou US$ 42,5 milhões à Astra Oil - quase 28 vezes menos.
Em nota ao Estado há duas semanas, a presidente Dilma disse que a decisão foi tomada com base num "resumo executivo" com "informações incompletas" e técnica e juridicamente falho. No texto, o resumo era creditado ao "diretor internacional", na época, Cerveró.
Segundo Ribeiro, está confirmado para o próximo dia 16, às 11h, o depoimento de Cerveró na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados, em Brasília. (Vinicius Neder - vinicius.neder@estadao.com)
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colegiado, incluindo a presidente Dilma Rousseff, receberam o contrato da compra da refinaria
de Pasadena com 15 dias de antecedência.
Leia, abaixo, a nota do serviço Broadcast, de informações em tempo real, sobre o desmentido de Gerdau:
GERDAU NEGA QUE CONSELHO DA PETROBRAS TENHA RECEBIDO CONTRATO DE PASADENA COM ANTECEDÊNCIA
O empresário Jorge Gerdau Johannpeter, membro do Conselho de Administração da Petrobras quando a operação de compra da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA), foi aprovada, negou que os integrantes do órgão tenham recebido a proposta de contrato do negócio com 15 dias de antecedência à reunião.
Nesta quarta-feira, o advogado do ex-diretor da Área Internacional da Petrobrás Nestor Cerveró, Edson Ribeiro, afirmou que os membros do conselho tinham conhecimento prévio do contrato, incluindo suas cláusulas polêmicas.
"Ao contrário do que foi informado, Jorge Gerdau Johannpeter esclarece que o contrato de compra da refinaria de Pasadena não foi enviado previamente para avaliação do Conselho de Administração da Petrobras", afirmou Gerdau, por meio de nota enviada há pouco ao Broadcast.
A operação de compra foi aprovada pelo conselho em fevereiro de 2006, quando o órgão era presidido pela presidente Dilma Rousseff, então ministra das Minas e Energia. A compra da refinaria, conforme revelou o Estado, teve o voto favorável de Dilma. Ao todo, a Petrobrás pagou US$ 1,2 bilhão, em duas etapas, para comprar uma refinaria que, em 2005, custou US$ 42,5 milhões à Astra Oil - quase 28 vezes menos.
Em nota ao Estado há duas semanas, a presidente Dilma disse que a decisão foi tomada com base num "resumo executivo" com "informações incompletas" e técnica e juridicamente falho. No texto, o resumo era creditado ao "diretor internacional", na época, Cerveró.
Segundo Ribeiro, está confirmado para o próximo dia 16, às 11h, o depoimento de Cerveró na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados, em Brasília. (Vinicius Neder - vinicius.neder@estadao.com)
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