Francisco tirou da cúpula do Banco do Vaticano o cardeal de São Paulo, d. Odilo Scherer.
Outros três também foram substituídos, no que está sendo considerado a principal demonstração de que
a reforma na instituição será profunda.
O papa já teria avisado: se não conseguir reformar o banco, vai fechar a instituição.
D. Odilo fazia parte do grupo que atuava para monitorar as atividades do Instituto Para as Obras de
Religião, o nome oficial do banco.
Odilo era considerado um nome forte no conclave do ano passado.
Dias antes de deixar o poder, o então papa Bento XVI renovou o mandato do brasileiro e dos demais
cardeais do órgão de supervisão por mais cinco anos.
Dias antes de deixar o poder, o então papa Bento XVI renovou o mandato do brasileiro e dos demais
cardeais do órgão de supervisão por mais cinco anos.
Entre as funções do grupo está a nomeação do presidente do banco.
Francisco optou por trocar essas pessoas por aliados em sua busca por austeridade na Igreja.
Francisco optou por trocar essas pessoas por aliados em sua busca por austeridade na Igreja.
O único que permaneceu foi o francês Jean Louis Tauran.
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