Por: Fernando Brito
O ministro José Eduardo Cardozo é um sério problema para o governo Dilma.
Sua cegueira política chega a ser algo perigoso.
Sérgio Cabral pediu o apoio do governo federal – desnecessário, de todo – para garantir a segurança da realização do leilão de Libra.
Mas, se o governador pediu, natural que o Governo forneça.
Discreta, moderada e parcimoniosamente, porque é duvidoso que a ordem pública esteja ameaçada.
Daí a fazer um carnaval com isso, como faz o Ministro da Justiça são outríssimosquinhentos.
Ontem, ao contrário do que vem ocorrendo em outros casos, a manifestação dos petroleiros foi pacífica e todos sabem que a razão real da greve da categoria é a reivindicação de reajuste salarial de 16%, o dobro do que está sendo oferecido pela empresa.
Mas o que fez José Eduardo Cardozo, com a ajuda luxuosa do general José Elito, aquele que convidou a imprensa para visitar a “sala secreta” da Abin?
Convoca a imprensa para anunciar uma operação espalhafatosa, desproporcional – 1.100 homens – quando o protesto de ontem reuniu meros 100 participantes – e, pior ainda, provocativa.
Porque o que é melhor para um irresponsável ou agente provocador, como tantos que temos visto desmoralizarem as manifestações legítimas (e a manifestação contra o leilão é legítima), do que a oportunidade de arranjar um confronto com o Exército, como tentaram no Sete de Setembro?
O Governo – porque Cardozo, infelizmente, é a voz do Governo na questão de segurança – está jogando de bandeja a possibilidade de um incidente que empane o que deve ser um momento de afirmação do país e da Petrobras como sua ferramenta de progresso e independência energética.
Até porque se o leilão produzir um resultado diferente disso, não adianta Exército nem Força Nacional de Segurança, porque a depredação do patrimônio público ocorreria de forma muito mais grave do que com algumas vidraças, mas com imensas jazidas de petróleo.
O ministro José Eduardo Cardozo é um sério problema para o governo Dilma.
Sua cegueira política chega a ser algo perigoso.
Sérgio Cabral pediu o apoio do governo federal – desnecessário, de todo – para garantir a segurança da realização do leilão de Libra.
Mas, se o governador pediu, natural que o Governo forneça.
Discreta, moderada e parcimoniosamente, porque é duvidoso que a ordem pública esteja ameaçada.
Daí a fazer um carnaval com isso, como faz o Ministro da Justiça são outríssimosquinhentos.
Ontem, ao contrário do que vem ocorrendo em outros casos, a manifestação dos petroleiros foi pacífica e todos sabem que a razão real da greve da categoria é a reivindicação de reajuste salarial de 16%, o dobro do que está sendo oferecido pela empresa.
Mas o que fez José Eduardo Cardozo, com a ajuda luxuosa do general José Elito, aquele que convidou a imprensa para visitar a “sala secreta” da Abin?
Convoca a imprensa para anunciar uma operação espalhafatosa, desproporcional – 1.100 homens – quando o protesto de ontem reuniu meros 100 participantes – e, pior ainda, provocativa.
Porque o que é melhor para um irresponsável ou agente provocador, como tantos que temos visto desmoralizarem as manifestações legítimas (e a manifestação contra o leilão é legítima), do que a oportunidade de arranjar um confronto com o Exército, como tentaram no Sete de Setembro?
O Governo – porque Cardozo, infelizmente, é a voz do Governo na questão de segurança – está jogando de bandeja a possibilidade de um incidente que empane o que deve ser um momento de afirmação do país e da Petrobras como sua ferramenta de progresso e independência energética.
Até porque se o leilão produzir um resultado diferente disso, não adianta Exército nem Força Nacional de Segurança, porque a depredação do patrimônio público ocorreria de forma muito mais grave do que com algumas vidraças, mas com imensas jazidas de petróleo.
___________________________________________________________________
Nenhum comentário:
Postar um comentário