segunda-feira, 12 de agosto de 2013

HERANÇA MALDITA DO FHC: NÃO TER CANDIDATO


Roda, roda, roda e o FHC entrega o ouro.

O Conversa Afiada não leva pesquisa de intenção de voto, no Brasil, a sério.
Porque é uma “industria” oligopolizada: dois “produtores” ligados a partidos políticos – o Datafalha e o Globope.
Muito menos leva a sério uma pesquisa de intenção de voto um ano antes de uma eleição.
A pesquisa pode dizer qualquer coisa.
Que sobe, que desce - o que quiser.
Ela é inconferível, como a urna eletrônica do Nelson Johnbim e do Eduardo Azeredo …
Muito menos pode o Conversa Afiada levar a sério um jornal (sic) que, por dois dias consecutivos, dá o resultado de uma pesquisa na manchete.
Tenho certeza de que quando comprar a Folha, por um Chirico, o Cloaquinha saberá corrigir essa extravagância e submeter o Datafalha a uma reavaliação de seus critérios Estatísticos e Partidários.
A Folha, como se sabe, não é mais a mesma.
Nem o Sírio leva mais a Folha a sério.
O Roberto Kalil furou a Folha e garantiu que o Lula tem uma saúde de ferro: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/123451-lula-esta-com-a-saude-perfeita-diz-medico.shtml
A Folha e a Tacanhêde, uma notável analista de pesquisa – outra subcategoria profissional do PiG , o “analista de pesquisa” -, estão preocupados em saber se a Dilma sobe ou desce.
O Conversa Afiada, não.
Concentra suas inúteis observações na herança maldita do FHC.
“Herança maldita” não é apenas o Gilmar Dantas, como imaginaria o desatento navegante.
O Farol de Alexandria salgou a terra dos tucanos.
Não nasce nem erva daninha.
Em 2002, o candidato dele – o “de que vive o Cerra ?”- se recusou a defender seu Governo.
Claro, a rejeição era total.
Ele tinha acabado de quebrar o Brasil três vezes e três vezes foi de pires na mão ao FMI.
Em 2006, seu candidato, o Alckmin, renegou sua obra prima, a Privataria, e vestiu a camisa da Petrobras, do BB.
Em 2010, o “de que vive o Cerra ?” aderiu à Opus Dei – daí, o Padim Pade Cerra -, fez uma campanha que renega o “Iluminismo” tartufiano do Farol: denunciou o aborto (no Chile pode), sentiu-se atingido por uma bolinha de papel, recebeu o apoio do Bento XVI, esse sol ! – e foi bajular os homofóbicos …
Agora, segundo o Datafalha, os dois candidatos do FHC, o Cerra e o Aécio Never não dão uma Bláblárina.
É um jenio, o FHC !
É verdade que ele defende os dois – Cerra e Alckmin – até a página dois – clique aqui para ver que FHC defende eles DESTA corrupção (o trensalão), mas, não, de todas.
O Farol de Alexandria tem uma fixação: o entreguismo, a Privataria.
Roda, roda, roda, e ele volta à casa inicial: entregar o ouro.
Bom é a Av. Foche.
Como diz o Delfim: o FHC vendeu o ouro da família e endividou a família.
Um jenio !
Na colona do Ataulfo Merval de Paiva, que o Miguel do Rosário, em boa hora, chama de “colunista da Globo Overseas Investment BV” – clique para ler “Defesa do que vive o Cerra não cola” – sabe-se que o Imortal (também) FHC fez uma “palestra” na Academia das Letras (porque, se fosse dos números, ali não entrava) sobre o “soft power”.
“Soft power” é uma geringonça ideológica que um americano – Joseph Nye Jr – inventou para dizer aos otários que o Pentágono, a CIA e a NSA não tem a menor importância: o que vale é Hollywood, é o tablet que o Gurgel comprou …
O FHC engoliu a pílula.
Claro, ele acha o Sete de Setembro uma palhaçada .
E diz que o “futuro nacional do Brasil” é entregar o ouro:
http://oglobo.globo.com/blogs/blogdomerval/
Isso quer dizer que o futuro nacional do Brasil precisa, no contexto atual, da interação global. “E essa dialética entre o local e o global, entre o nacional e o internacional é muito complexa e decisiva. Estamos passando por um momento que permite uma integração internacional, mas ao mesmo tempo reforça aspectos que são nacionais”.
Deu no que deu.
Destruiu o PSDB.
E vai ter que votar na Bláblárina, esse exemplar glorioso de “soft power“!

Paulo Henrique Amorim
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