Gurgel não vai, sequer, dar posse ao sucessor.
Collor cobra dele explicações sobre a compra de tablets.
E a instalação de uma estação de grampos na PGR, com o uso de um Guardião.
Luiz Moreira, do Conselho Nacional do Ministério Público, tem várias perguntinhas a fazer ao brindeiro Gurgel.
As homenagens não são apenas do Bessinha.
Eles partiram, também, das vítimas dos crimes capitulados nas Operações Vegas e Monte Carlo.
Das vítimas anônimas das reportagens “investigativas” da dupla “Caneta-Cachoeira”.
Das vítimas da Privataria Tucana, dos desmandos do Aécio em Minas, do Randolphe e suas assinaturas do Amapá – clique aqui para localizar, no Amapá, as impressões digitais do Gurgel, registradas numa reportagem do Leandro Fortes, na Carta Capital.
Aqui, para conhecer como as biografias de Gurgel e de um imaculado se entrelaçam de forma indestrutível.
A bagagem do Gurgel está com excesso de peso.
Sua sucessão se tornou uma sinuca para a Presidenta.
E não se sabe se ele pagará pelo que fez – vote aqui na trepidante enquete.
Paulo Henrique Amorim
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