Só que agora a fantástica queda não mereceu o menor destaque na mídia e até veículos que colocavam o tema nas manchetes de 1ª página, como escândalo; deram-no escondido - quando dão hoje.
Os novos dados foram anunciados pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, na 4ª feira (ontem), Dia Mundial do Meio Ambiente. Com eles, enfatizou a ministra, o Brasil se aproxima mais da meta voluntária de redução de emissões (de gases de efeito estufa) que se comprometeu a cumprir até 2020.
Os números divulgados por Izabella, na verdade, são resultado de um ajuste nas contas sobre desmatamento na região divulgadas no ano passado referentes ao período entre agosto de 2011 e julho de 2012. Anualmente, o governo apresenta os resultados do Programa de Cálculo do Desflorestamento da Amazônia (PRODES) e, conforme assinalou a ministra, pelo menos 10% da taxa divulgada é revisada ao longo dos meses seguintes.
Os melhores resultados desde o início do monitoramento
O resultado do desmatamento apresentado em novembro do ano passado já era o menor desde que a região começou a ser monitorada pelo governo, em 1988. Agora foi melhorado. “Este ano, com a correção do que anunciamos em novembro, percebemos que a taxa de desmatamento foi de 4.571 km2, entre 2011 e 2012", destacou Izabella Teixeira.
Os números divulgados por Izabella, na verdade, são resultado de um ajuste nas contas sobre desmatamento na região divulgadas no ano passado referentes ao período entre agosto de 2011 e julho de 2012. Anualmente, o governo apresenta os resultados do Programa de Cálculo do Desflorestamento da Amazônia (PRODES) e, conforme assinalou a ministra, pelo menos 10% da taxa divulgada é revisada ao longo dos meses seguintes.
Os melhores resultados desde o início do monitoramento
O resultado do desmatamento apresentado em novembro do ano passado já era o menor desde que a região começou a ser monitorada pelo governo, em 1988. Agora foi melhorado. “Este ano, com a correção do que anunciamos em novembro, percebemos que a taxa de desmatamento foi de 4.571 km2, entre 2011 e 2012", destacou Izabella Teixeira.
O governo brasileiro tem como meta voluntária reduzir a expansão anual da área de desmatamento ilegal da Amazônia para 3,9 mil km2 em até sete anos.
Com o balanço do ano passado, quando o governo já comemorou a menor taxa de desmatamento registrada desde que o levantamento começou a ser feito, em 1988, ainda faltavam 4% para que a área ambiental alcançasse a meta, oito anos antes do prazo. Pela análise das imagens registradas pelos satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Especiais (INPE), entre agosto de 2011 e julho de 2012, a área desmatada caiu de 6,4 mil km2 para 4,6 mil km2.
“Agora, o Brasil já atingiu 76% da meta voluntária da redução de desmatamento e cerca de 62% da meta voluntária total de redução de emissões (de gases de efeito estufa)”, acrescentou Izabella Teixeira. Mas o físico Pinguelli Rosa, diretor do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (COPPE-UFRJ), advertiu que é preciso ampliar os focos de ação para manter o ritmo de avanço registrado pelo país.
Pinguelli Rosa faz um alerta
“A partir de agora, o Brasil enfrentará dificuldade crescente para manter a taxa de redução elevada”, alertou Pinguelli Rosa. “É preciso monitorar (também) outros biomas, além das florestas. Como o Cerrado, por exemplo”, sugeriu. Pinguelli Rosa também destacou que o país tem a vantagem energética com relação à sustentabilidade, porque, pelo menos 45% da matriz brasileira é composta por fontes renováveis de energia, como as hidrelétricas.
Pinguelli Rosa defendeu maiores investimentos em tecnologia e inovação no país. Segundo ele, a prioridade para essas áreas e a desburocratização das relações entre empresas e universidades federais brasileiras podem evitar ameaças aos avanços que o país vem registrando na luta contra o desmatamento e pela redução da emissões de gases nocivos.
Enquanto isso, em Minas, governada há quase 12 anos pelos tucanos senador Aécio Neves (PSDB-MG) e governador Antônio Anastasia, avança a destruição da Mata Atlântica e o Estado torna-se campeão nessa tragédia, entre todos os demais cobertos - ou que foram cobertos - pela Mata Atlântica. Sob o silêncio cúmplice da mídia.
Com o balanço do ano passado, quando o governo já comemorou a menor taxa de desmatamento registrada desde que o levantamento começou a ser feito, em 1988, ainda faltavam 4% para que a área ambiental alcançasse a meta, oito anos antes do prazo. Pela análise das imagens registradas pelos satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Especiais (INPE), entre agosto de 2011 e julho de 2012, a área desmatada caiu de 6,4 mil km2 para 4,6 mil km2.
“Agora, o Brasil já atingiu 76% da meta voluntária da redução de desmatamento e cerca de 62% da meta voluntária total de redução de emissões (de gases de efeito estufa)”, acrescentou Izabella Teixeira. Mas o físico Pinguelli Rosa, diretor do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (COPPE-UFRJ), advertiu que é preciso ampliar os focos de ação para manter o ritmo de avanço registrado pelo país.
Pinguelli Rosa faz um alerta
“A partir de agora, o Brasil enfrentará dificuldade crescente para manter a taxa de redução elevada”, alertou Pinguelli Rosa. “É preciso monitorar (também) outros biomas, além das florestas. Como o Cerrado, por exemplo”, sugeriu. Pinguelli Rosa também destacou que o país tem a vantagem energética com relação à sustentabilidade, porque, pelo menos 45% da matriz brasileira é composta por fontes renováveis de energia, como as hidrelétricas.
Pinguelli Rosa defendeu maiores investimentos em tecnologia e inovação no país. Segundo ele, a prioridade para essas áreas e a desburocratização das relações entre empresas e universidades federais brasileiras podem evitar ameaças aos avanços que o país vem registrando na luta contra o desmatamento e pela redução da emissões de gases nocivos.
Enquanto isso, em Minas, governada há quase 12 anos pelos tucanos senador Aécio Neves (PSDB-MG) e governador Antônio Anastasia, avança a destruição da Mata Atlântica e o Estado torna-se campeão nessa tragédia, entre todos os demais cobertos - ou que foram cobertos - pela Mata Atlântica. Sob o silêncio cúmplice da mídia.
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