Decisão de desonerar os produtos da cesta básica já está tomada pelo governo, que aguarda apenas o momento certo para colocá-la em prática; sem tributos, preços cairiam, em média, 6,5% e o impacto anual seria de R$ 3,6 bilhões na arrecadação; plano dá sequência à estratégia de controlar a inflação por meio de redução de impostos.
247 – Dando sequência ao plano de medidas que visa controlar a inflação, o governo, como havia anunciado recentemente, tomou a decisão de desonerar os produtos da cesta básica. Sem impostos, os preços cairiam, em média, 6,5%. O impacto anual seria de R$ 3,6 bilhões na arrecadação.
O objetivo da equipe econômica é não permitir que o IPCA, índice que mede o teto da inflação, não ultrapasse 6,5% ao ano. Na avaliação do governo, o custo de se estourar essa meta seria muito grande, afetando sua credibilidade.
A decisão de tirar os impostos da cesta básica acontece depois de o governo ter trabalhado em função de controlar a taxa básica de juros (Selic), que se manteve em 7,5% na última reunião do Copom, nesta semana – o menor patamar da história – e de ter reduzido a tarifa da energia elétrica em cerca de 20% para a população desde o início desse ano.
"A decisão já está tomada, mas o momento em que isso será feito depende de uma análise sobre como está a inflação", disse uma fonte do governo ao jornal Valor Econômico. Agora, o que deve servir de guia para a decisão do governo são dados mais consistentes sobre o comportamento da inflação e o desempenho da economia, diz a reportagem.
"A decisão já está tomada, mas o momento em que isso será feito depende de uma análise sobre como está a inflação", disse uma fonte do governo ao jornal Valor Econômico. Agora, o que deve servir de guia para a decisão do governo são dados mais consistentes sobre o comportamento da inflação e o desempenho da economia, diz a reportagem.
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