quarta-feira, 20 de março de 2013

BELO MONTE, OPOSIÇÃO DE ONG, DE ARTISTAS DA GLOBO E DA IMPRENSA CÚMPLICE DA CHEVRON

Por Davis Sena Filho

Novamente tenho observado que grupos midiáticos e políticos e os "especialistas" que dão entrevista e consulta a esses grupos se voltam contra a hidrelétrica de Belo Monte. Não somente contra a construção da hidrelétrica, bem como combatem também a transposição do Rio São Francisco cujas obras estão em andamento e que trecho importante já está terminado.
A grande mídia de mercado, por intermédio de seus replicadores, não dá trégua e continua a fazer forte oposição à independência do Brasil e à emancipação definitiva de seu povo. Quando a luz falta, eles fazem um verdadeiro escarcéu, e dimensionam o fato para fazer oposição política.
Entretanto, contraditoriamente, combatem as obras que melhorarão as condições de vida dos trabalhadores e os negócios dos empresários, que necessitam de energia. Por isto e por causa disso, apresento artigo que foi publicado no Jornal do Brasil, em que defendo não somente a construção da hidrelétrica de Belo Monte, mas também de outras hidrelétricas, como a de Xingó.
Nunca vi tanta comédia e tanto comediante em um vídeo só...
Acabo de ver a propaganda, um vídeo de atores da TV Globo contra a hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. Percebo, porém, a total falta de senso crítico dessas pessoas urbanas e que pensam que o mundo se resume em Rio de Janeiro, São Paulo, Nova Iorque, Paris, Miami e Londres.
Os argumentos contrários e negativos contra Belo Monte chegam a ser ridículos, se não fosse a manipulação e a desinformação, que deixam claro que por trás desses mauricinhos e patricinhas existem ONGs estrangeiras a serviço dos interesses de seus países e a Globo, porta-voz contumaz e tradicional dos grandes capitalistas, sendo que ela própria é um deles.
Não posso pensar de outra forma, bem como não me eximirei de dizer que a peça publicitária desinforma a população, principalmente a parte dela mais exposta a factóides, que é a classe média de perfil conservador e que acredita em Papai Noel, porque pobres e ricos realmente não creem no homem que se veste de vermelho e usa barba branca a anunciar os presentes para aqueles que se comportaram direito o ano todo.
Acontece que quem está a se comportar mal são os atores da Globo e seus patrões, que se associaram a movimentos ambientalistas do exterior que querem interferir no processo de desenvolvimento brasileiro, sem, no entanto, se preocupar com o combate às desigualdades sociais e regionais. O Brasil luta contra a miséria e quer, por intermédio dos governos trabalhistas de Lula e de Dilma, retirar milhões de cidadãos da linha de pobreza.
Enganam-se aqueles desavisados que insistem em afirmar que a luta contra a pobreza é de caráter assistencialista, porque não é. Existe, sim, um programa de governo colocado em prática há quase dez anos e que é, reiteradamente, desqualificado pela imprensa privada, que insiste tomar o lugar da oposição político-partidária do grupo formado por PSDB-DEM-PPS, que não tem projeto para o Brasil e nem programa de governo e por isso perdeu as últimas três eleições e poderá perder a quarta, em 2014.
Contudo, tiveram, no primeiro turno e também no segundo turno, o apoio velado da Marina Silva para o público, porém firmado e concretizado nos bastidores. Foi dessa maneira que a Marina agiu para se vingar após ser demitida por incompetência do Ministério, além de se aliar a ONGs financiadas por organismos financeiros que teimavam em boicotar e se opor aos interesses do Brasil no que concerne ao seu desenvolvimento econômico e social, bem como no que tange ao seu programa ambientalista, apresentado de forma surpreendente para o mundo na 15ª Conferência de Copenhagen, capital da Dinamarca, em dezembro de 2009. O atual secretário do Meio Ambiente do Rio de Janeiro, Carlos Minc, realizou em menos de dois anos à frente do Ministério do Meio Ambiente o que Marina Silva não conseguiu fazer em quase sete anos no poder.
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