Presidente Dilma Rousseff está no Paraná para inaugurar programa de agroindústrias ligadas a assentamentos do MST; João Pedro Stedile afirmou que correlação de forças políticas no governo paralisou reformas; “Nem a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanas avançou”, criticou; para ele, diálogo com a adminstração federal passa por “solução de necessidades sociais de emergência”
A Presidenta Dilma Rousseff vai nesta segunda-feira a um assentamento no Paraná.
A Direção Nacional do MST vai aproveitar a visita da presidenta Dilma Rousseff ao assentamento do MST Dorcelina Folador, no município de Arapongas (a 30 km de Londrina), para cobrar a desapropriação de terras e a realização da Reforma Agrária.
O MST entregará à presidenta uma carta de 10 pontos, com propostas e cobranças de medidas do governo federal. Na carta, o movimento diz que “o governo precisa retomar a política de criação de assentamentos e fazer a Reforma Agrária. Muito pouco tem sido feito para democratizar a terra”.
O governo Dilma é o que menos desapropriou imóveis rurais para fazer reforma agrária nos últimos 20 anos. Na primeira metade do mandato, apenas 86 unidades foram destinadas a assentamentos. Dilma supera só Fernando Collor (1990-92), que desapropriou 28 imóveis em 30 meses.
O movimento cobra um programa emergencial para assentar todas as famílias que vivem acampadas, em situação de extrema pobreza, com a desapropriação imediata de latifúndios em todo o país.
_____________________________________________
Nenhum comentário:
Postar um comentário