Como titular da Vara do Trabalho em Parauapebas – onde se tornou Cidadão Parauapebense -, o magistrado se destacou no julgamento de ações em favor dos trabalhadores na mina de Carajás, em uma das quais condenou a Vale a mais de R$100 milhões pelo não pagamento dashoras in itíneres (tempo despendido pelo empregado até o local de trabalho e retorno).
Titular da 2ª Vara do Trabalho de Marabá, ele foca no combate ao trabalho escravo, nas regiões do sul e sudeste do Pará e sul do Maranhão. É de sua iniciativa a criação do GAETE (Grupo Interinstitucional de Erradicação do Trabalho Escravo), que envolve Justiça do Trabalho, MPT, Superintendência Regional do Trabalho e Emprego, PF, MPF, Comissão Pastoral da Terra, Repórter Brasil e outras entidades. Com os recursos oriundos das condenações de fazendeiros escravocratas foi criado um fundo que apoia iniciativas como os projetos “Escravo Nem Pensar”, gestado pela Ong Repórter Brasil, e “Monitoramento de Lideranças Ameaçadas de Morte na Região”, coordenado pela CPT da diocese de Marabá.
__________________________________________________

Nenhum comentário:
Postar um comentário