Assim que tomou conhecimento do estrago feito em um trecho na praia próxima ao Centro de Atendimento ao Turista - CAT, no final da Rua Pedro Teixeira, em Alter do Chão, a prefeita Maria do Carmo mandou suspender os trabalhos e constituiu um grupo técnico de trabalho para avaliar a partir de segunda-feira, 17, qual a solução técnica que pode ser dada ao problema resultante da colocação de piçarra e piche sobre a areia da praia.
"Todos os anos a prefeitura realiza serviços em Alter do Chão para deixar a vila melhor estruturada para o Sairé. Este ano nós decidimos asfaltar duas ruas e construir uma rampa para descida e subida de canoas, que aliás, era uma demanda antiga dos moradores de Alter do Chão. Eu sei que causou uma desolação muito grande às pessoas, mas a intenção era proporcionar conforto às pessoas que se utilizam de canoas, jet-skis e pequenos barcos. Também pretendíamos contruir ali uma guarita para fiscalizar e coibir o tráfego de veículos na praia que é um crime ambiental. Eu lamento profundamendamente, eu não quis errar, eu quis acertar e peço perdão a todo mundo", declarou a prefeita Maria do Carmo.
Quando perceberam que as máquinas da prefeitura estavam trabalhando para asfaltar um trecho da praia, moradores revoltados colocaram cruzes para chamar a atenção de órgãos ambientais.
De acordo com a prefeita Maria do Carmo, até esta quinta-feira, 13, todo o material que foi colocado pelas máquinas na praia será retirado. A gestora municipal também lembrou que aquela área já passou por um grande processo de degradação ambiental quando foi construído o CAT sem autorização dos órgão ambientais. "Eu era deputada estadual na época e requeri que fossem feitos estudos ambientais. Então, eu lamento o que ocorreu agora, peço mil descupas aos moradores de Alter do Chão e vou tentar recompesá-los de um outra forma", finalizou.
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