Saiu na Folha (*): NOS BASTIDORES, STF CONTA CINCO VOTOS PRÓ-CONDENAÇÃO
Na opinião de ministros sobre colegas, ao menos 2 tendem a absolver núcleo político. Dos nove magistrados ouvidos, nenhum revelou o voto, mas vários palpitaram sobre a inclinação dos colegas
A resposta à pergunta mais repetida desde o início do julgamento do mensalão ainda é desconhecida no próprio STF (Supremo Tribunal Federal): a corte vai condenar ou inocentar os principais réus do que o Ministério Público Federal chama de “núcleo político” do escândalo?
A Folha esteve com nove dos 11 magistrados nas últimas duas semanas.
Nenhum deles revelou sua convicção. Poucos sinalizaram como devem votar. Mas, embora o clima seja de desconfiança e os magistrados evitem trocar confidências, vários foram prolixos ao palpitar sobre o que imaginam ser a posição dos colegas.(…)
Gilmar Mendes foi incluído entre os que podem condenar. O ministro não esconde a indignação pelos “ataques” feitos a ele por setores do PT e blogs financiados por estatais. (…)
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O Leandro Fortes localizou uma corrente do jornalismo merválico pigal (**) contemporâneo: a dos “bajuladores jurídicos”.
São jornalistas que bajulam juízes para obter “informações” privilegiadas – e geralmente erradas.
Porque os juízes que falam com jornalistas aprenderam que o que esses jornalistas escrevem tem o valor de um testemunho do Roberto Jefferson.
A Folha é mestre em “bajular juízes”.
Trata-o Ilustradamente.
Neste caso, o amigo navegante está diante de um fenômeno raro do baixo jornalismo que se pratica no merválico PiG.
Publica “palpites”.
A Folha esteve (sic) com nove dos onze magistrados.
“Estar”, em que sentido ?
Entrevistou ?
Gravou ?
Anotou no caderninho ?
Ou “ficou” num chopinho na esquina ?
Em que circunstâncias foram obtidas as “informações” ?
Vamos supor que sejam, de fato, informações.
São palpites de nove juízes (não identificados) sobre o voto dos outros.
Ou seja, o Beldreodes se encontra na calada da noite com o bajulista jurídico e passa a “informação de que a Mariquinhas vai votar assim e assado.
O Beldreodes não diz como vai votar.
Mas, sim, como a Mariquinhas vai votar.
Como tudo é feito anonimamente, você pode dizer qualquer coisa.
O que a Mariquinhas diz do palpite do Beldreodes ?
Confirma, desmente ?
Ora, ora, às favas com a objetividade, não é isso, Otavinho ?
O ansioso blogueiro suspeita que o Ministro Peluso, ciente do papel que as biografias exercem sobre a História, absolverá o Dirceu, já que não há provas.
Mas, na Folha, “Cezar Peluso não trai seu ânimo nem em simples gestos no plenário. Mas é tido como voto contra.”
“Tido” ?
Peluso é “tido” ?
Quem “tem” ?
Quem “teve” sobre ele ?
Otavinho “é tido” como um grande dramaturgo.
Ele acreditaria nisso ?
Chegamos ao fundo do poço ?, o ansioso blogueiro perguntaria ao Mino Carta.
E ele responderia: não, ainda podemos afundar mais.
No Brasil, diz ele, os jornalistas são piores que os patrões.
Em tempo: Diz o bajulamento jurídico inscrito nas páginas a Folha (*):
“Gilmar Mendes foi incluído entre os que podem condenar. O ministro não esconde a indignação pelos ‘ataques’ feitos a ele por setores do PT e blogs financiados por estatais.”
Segundo a Folha, o Gilmar Dantas e o Padim Pade Cerra – são todos da mesma “sopa”, diria o Mino – “blogs financiados por estatais” são o Luis Nassif e este Conversa Afiada.
Edir Macedo já ouviu muitas acusações ao longo da carreira de empresário e pastor.
Ser o “Estado” é uma contribuição da Folha.
Sem falar na herança da doce tia-avó de Vizeu, cujo túmulo será visitado ainda este ano por este agradecido sobrinho.
A resposta à pergunta mais repetida desde o início do julgamento do mensalão ainda é desconhecida no próprio STF (Supremo Tribunal Federal): a corte vai condenar ou inocentar os principais réus do que o Ministério Público Federal chama de “núcleo político” do escândalo?
A Folha esteve com nove dos 11 magistrados nas últimas duas semanas.
Nenhum deles revelou sua convicção. Poucos sinalizaram como devem votar. Mas, embora o clima seja de desconfiança e os magistrados evitem trocar confidências, vários foram prolixos ao palpitar sobre o que imaginam ser a posição dos colegas.(…)
Gilmar Mendes foi incluído entre os que podem condenar. O ministro não esconde a indignação pelos “ataques” feitos a ele por setores do PT e blogs financiados por estatais. (…)
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O Leandro Fortes localizou uma corrente do jornalismo merválico pigal (**) contemporâneo: a dos “bajuladores jurídicos”.
São jornalistas que bajulam juízes para obter “informações” privilegiadas – e geralmente erradas.
Porque os juízes que falam com jornalistas aprenderam que o que esses jornalistas escrevem tem o valor de um testemunho do Roberto Jefferson.
A Folha é mestre em “bajular juízes”.
Trata-o Ilustradamente.
Neste caso, o amigo navegante está diante de um fenômeno raro do baixo jornalismo que se pratica no merválico PiG.
Publica “palpites”.
A Folha esteve (sic) com nove dos onze magistrados.
“Estar”, em que sentido ?
Entrevistou ?
Gravou ?
Anotou no caderninho ?
Ou “ficou” num chopinho na esquina ?
Em que circunstâncias foram obtidas as “informações” ?
Vamos supor que sejam, de fato, informações.
São palpites de nove juízes (não identificados) sobre o voto dos outros.
Ou seja, o Beldreodes se encontra na calada da noite com o bajulista jurídico e passa a “informação de que a Mariquinhas vai votar assim e assado.
O Beldreodes não diz como vai votar.
Mas, sim, como a Mariquinhas vai votar.
Como tudo é feito anonimamente, você pode dizer qualquer coisa.
O que a Mariquinhas diz do palpite do Beldreodes ?
Confirma, desmente ?
Ora, ora, às favas com a objetividade, não é isso, Otavinho ?
O ansioso blogueiro suspeita que o Ministro Peluso, ciente do papel que as biografias exercem sobre a História, absolverá o Dirceu, já que não há provas.
Mas, na Folha, “Cezar Peluso não trai seu ânimo nem em simples gestos no plenário. Mas é tido como voto contra.”
“Tido” ?
Peluso é “tido” ?
Quem “tem” ?
Quem “teve” sobre ele ?
Otavinho “é tido” como um grande dramaturgo.
Ele acreditaria nisso ?
Chegamos ao fundo do poço ?, o ansioso blogueiro perguntaria ao Mino Carta.
E ele responderia: não, ainda podemos afundar mais.
No Brasil, diz ele, os jornalistas são piores que os patrões.
Em tempo: Diz o bajulamento jurídico inscrito nas páginas a Folha (*):
“Gilmar Mendes foi incluído entre os que podem condenar. O ministro não esconde a indignação pelos ‘ataques’ feitos a ele por setores do PT e blogs financiados por estatais.”
Segundo a Folha, o Gilmar Dantas e o Padim Pade Cerra – são todos da mesma “sopa”, diria o Mino – “blogs financiados por estatais” são o Luis Nassif e este Conversa Afiada.
Edir Macedo já ouviu muitas acusações ao longo da carreira de empresário e pastor.
Ser o “Estado” é uma contribuição da Folha.
Sem falar na herança da doce tia-avó de Vizeu, cujo túmulo será visitado ainda este ano por este agradecido sobrinho.
Paulo Henrique Amorim
(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.
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