terça-feira, 17 de julho de 2012

CACHOEIRA E A DELTA SÃO O PSDB DE GOIÁS. E SP ?


Ainda faltam na CPI o Civita, o Pagot, o Cavendish, Paulo Preto, o Puccini e o Padim Pade Cerra, aquele que fez 26 contratos com a Delta na marginal (sic) de SP.


Como se sabe, a divulgação das 73 ligações com e sobre o Policarpo, por si só, reabre a CPI.
Ainda faltam na CPI o Robert(o) Civita, que paga o salário do Policarpo, o Pagot (aquele dos 60% do Cerra), o Cavendish, Paulo Preto, o Puccini e o ponto culminante da CPI, bem na véspera do julgamento do Dirceu, o depoimento trepidante do Padim Pade Cerra, o até agora inimputável, aquele que fez 26 – 26 ! – contratos com a Delta na marginal (sic) de São Paulo.
26 !
Com a intermediação do Paulo Preto !
Êpa !
O amigo navegante há de se lembrar que a certa altura do Governo do Nunca Dantes, o PiG tentou destituir o Sarney da Presidência do Senado.
Foi interessante: só ali o PiG descobriu que o Sarney era o Sarney.
Qual era o objetivo do PiG  ?
Entregar o Senado na bandeja ao Primeiro Vice-Presidente, o tucano Marconi Perillo.
Ou seja, entregar o Senado da República ao Carlinhos Cachoeira.
Sim, porque já estava lá o Catão do Cerrado, o Demóstenes.
Lá no Senado e todo dia no jornal nacional a pregar a Ética.
Um dia, o Presidente Sarney cochilou e o tucano Perillo conseguiu instalar a CPI da Petrobrás, por que o Catão dos Pinhais tanto tinha lutado.
Deu chabu.
A Petrobrás fez com que a CPI do Catão dos Pinhais afundasse com a P-36 do Fernando Henrique.
Agora, o PiG, os mervais e certo colonista do Valor (o PiG chic) decidiram que a cassação do Demostenes é o fim da CPI.
O colonista do Valor chegou a entrevistar o Senado.
É o jornalismo extra-sensorial.
O Nassif fez o mesmo: entrevistou o Senado, com os mesmos poderes extra-sensoriais, e chegou à opinião oposta: a CPI tem que continuar.
Nota-se, no caso, um desencontro no PiG.
Os mervais querem fechar a CPI, munidos de poderes extra-sensoriais.
Mas, a Dora Kramer, aquela que o Robert(o) Civita lê todas as manhãs, acha que a CPI tem que continuar aberta (para esperar a entrada triunfal do Cerra !):
PROVA MATERIAL
De modo geral, as análises sobre o destino da CPI do Cachoeira depois da cassação de Demóstenes Torres convergiram para a conclusão de que um mandato de senador saciaria os apetites punitivos e, com isso, a tendência seria o esvaziamento dos trabalhos da comissão.
É uma maneira de ver as coisas. Um tanto apressada por se basear na opinião anônima de uma maioria interessada em mudar de assunto o quanto antes, desconsiderar o papel do público e, por isso mesmo, talvez equivocada.
A lógica diz justamente o contrário: cassado Demóstenes, comprovado ficou que na interpretação do Senado há realmente infiltração do crime organizado no ambiente político, o que por si já é motivo suficiente não para enfraquecer, mas para fortalecer o objetivo da CPI de investigar as relações do chamado esquema Cachoeira com agentes públicos e privados. (…)

Paulo Henrique Amorim
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