
Hoje, vemos duas tendencias na resolução do problema, uma, que é pouco viável, seria uma solução de mercado e a outra pede a reestatização da empresa, com o controle da Eletrobrás.
A Eletrobras já controla a distribuidores de energia em seis estados brasileiros, são: Amazonas (antigas Manaus Energia e CEAM), Acre (antiga Eletroacre), Alagoas (antiga Ceal), Piaui(antiga Cepisa), Rondônia (antiga Ceron) e Roraima. Controla as maiores geradoras do país: Furnas, Eletronorte, Chesf e a Eletrosul, e ainda detém metade da Usina Itaipu. A Eletrobras é a segunda maior acionária do Celpa, possui expertise reconhecida nacional e internacionalmente no setor, além de ser acionista, é a maior credora individual da Rede Celpa.
A Eletrobras precisa se posicionar de maneira mais incisiva, mais enérgica, possui interesses diretos em uma solução. ELA DEVE ASSUMIR O CONTROLE PERMANENTE DA CELPA, PARA O BEM DOS CONSUMIDORES DO PARÁ E DO SEU PRÓPRIO CAPITAL.
Somente a união da bancada paraense pode fazer a nossa gigante energética se mexer, na preservação dos interesses estratégicos do Pará e de seus próprios.
_______________________________________________
Nenhum comentário:
Postar um comentário