Incêndios em favelas, violações de direitos
humanos na Cracolândia e, agora, genocídio de famílias pobres para devolver um
terreno a uma empresa.
Usam um efetivo de quase 2 mil policiais,
blindados, helicópteros. A PM fechou todas as ruas do entorno do Pinheirinho
para impedir a saída dos moradores. Parte da imprensa foi recebida a bombas.
Os movimentos sociais, sindicatos, OAB e o
Ministério Público (que já investiga o governo tucano de São José dos Campos
por inviabilizar negociações no Pinheirinho) têm que se unir e denunciar o
Brasil à OEA e à ONU contra a ditadura paulista.
Mas o maior responsável é o governador
Geraldo Alckmin, que permitiu que a PM agisse dessa forma. As mortes que vierem
a ocorrer são de exclusiva responsabilidade dele e da Justiça estadual de São
Paulo.
O que está ocorrendo é um crime de
lesa-humanidade, um genocídio contra mulheres, crianças e velhos, além dos pais
de família que estão tombando. Não podemos aceitar mais isso.
Há uma guerra de competências entre juiz
federal e juiz estadual. Poder Executivo de SP tem que intervir porque ameaça a
Segurança Pública. São Paulo está gerando uma crise institucional no
país.”
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Foto:
Roosevelt Cassio/Reuters
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Foto: Agência Estado
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Foto: Mario Angelo/Sigmapress/Folhapress






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