O pacote, o 2º de socorro à Grécia, no valor de 158 bi de euros, reestrutura títulos, baixa juros, e segundo o presidente francês, Nicolas Sarkozy, terá participação privada, além do dinheiro da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional (FMI). A verdade é que essa decisão foi tomada à força, determinada pela realidade, pela União Europeia (UE).
Trata-se de uma derrota de todas as políticas de austeridade e de todo discurso ortodoxo, que, de novo, quer se impor ao Brasil.
Durante esses últimos meses essa linha, a partir da hegemonia franco-alemã, dominou as decisões da UE.
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