quinta-feira, 7 de abril de 2011

Dossiê da Dilma contra FHC era um blefe

Na foto, Botox mostra o blefe.

Saiu na Folha online:  


A Justiça Federal determinou o arquivamento do inquérito que apura a confecção e o vazamento do dossiê com gastos do governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002). A decisão foi tomada na segunda-feira desta semana. 
Depois de quase três anos de investigação, o juiz Marcos Vinícius Bastos, da 12ª Vara Federal de Brasília, acatou os argumentos do Ministério Público Federal que alegou que a planilha de gastos dos tucanos com cartões corporativos não continha informações sigilosas quando foi feita. 
Segundo decidiu a Justiça, não é possível apurar se houve crime de violação de sigilo funcional. 
A Folha revelou, em 2008, que o dossiê foi produzido a mando de Erenice Guerra, que era secretária-executiva da Casa Civil e braço direito da então ministra Dilma Rousseff. 
A hoje presidente sempre negou se tratar de um dossiê, classificando a planilha como “banco de dados”. 
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O amigo navegante se lembra da tentativa de Golpe por causa do cartão corporativo.
Começou com o vazamento feito pelo impoluto senador Álvaro Dias – que queria “proteger” Fernando Henrique e por isso vazou o que seria, segundo o PiG e a oposição, um “dossiê” para perseguir FHC.
Na verdade, como a então Ministra Dilma Rousseff sempre disse, era uma planilha sem dados sigilosos.
Planilha essa, por acaso, que revelou as despesas de D Ruth Cardoso com atividades culturais na Europa, com o cartão corporativo.
Foi um “caosaéreo” de menores proporções.
Mas, a intenção era a mesma: derrubar o Governo.
Agora se vê: a denúncia era vazia.
Um blefe.
O que não é um blefe é a denúncia do Leandro Fortes de que a filha do Cerra e a irmã do Dantas violaram milhões de sigilos fiscais, com a ajuda de algum “trabalho interno” no Banco do Brasil.
O amigo navegante se lembra dessa reportagem na Carta, não é isso ?
Pois é: isso não é um blefe.
Clique aqui para ler sobre a devastadora estreia de Aécio Neves como representante da oposição na campanha presidencial de 2014: é um discurso “superficial”, segundo a Folha e “”diet”, segundo este ansioso blog. 

Paulo Henrique Amorim
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