Ao lado de Lula, Dilma integrará uma intensa agenda de trabalho, cuja primeira grande missão será desarmar, na quinta-feira 11, a bomba cambial na reunião do G 20 (grupo das 20 maiores economias do mundo) em Seul, capital da Coreia do Sul. A preocupação com a desvalorização do dólar diante do real, que derrubou as exportações brasileiras, está no topo das preocupações da presidente eleita, como ela deixou claro no discurso da vitória e em entrevista na quarta-feira 3, no Palácio do Planalto. “Todos os países que não são a China e os Estados Unidos percebem que há uma guerra cambial.É tradição o presidente eleito usar os meses antes da posse para visitas diplomáticas à Europa e aos Estados Unidos. Em sua estreia internacional, Dilma Rousseff, porém, trilhará um caminho diferente: vai pisar primeiro na África, depois na Ásia e, em seguida, na América Latina. Numa situação dessas, não há solução individual, nunca houve. A última vez que houve, deu no que deu: a Segunda Guerra Mundial”, disse Dilma. Antes dela, Lula também foi enfático na crítica às principais potências econômicas. “Vou para o G 20 agora para brigar. Se eles já tinham problema para enfrentar o Lula, agora vão enfrentar o Lula e a Dilma”, afirmou o presidente.
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