Sem o Nordeste e sem o Rio, Serra precisaria desesperadamente abrir margem em Minas. Mas Aécio quase nunca se preocupou em levar Serra a tira colo; apadrinhou a adesão de Márcio Lacerda, prefeito de Belo Horizonte, a Dilma; não se manifestou contra o movimento Dilmasia e, o que é mais importante, brecou a repercussão das campanhas da imprensa serrista no Estado.
O Estado de Minas, o maior jornal do Estado, não deu uma manchete sequer favorável a Serra.
No tal "escândalo" da Receita ignorou fartamente o movimento de denúncias; e agora estou pouco se lixando para Baracats cia.
Como diz o ditado mineiro: "Vingança é prato que se come frio". O resultado é catastrófico para Serra. Enquanto Aécio sorri triunfante como novo procurador da massa falida do PSDB.
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