Umas das imagens preferidas de Evita pela esquerda peronistaSe Eva Duarte de Perón estivesse viva, sopraria 90 velinhas nesta quinta-feira, dia 7 de maio.
Mas, sua curta vida foi interrompida em 1952 por um devastador câncer.
A figura de Evita ainda gera polêmica entre os argentinos, embora cada vez menos.
Seu túmulo no cemitério da Recoleta é visitado majoritariamente por turistas estrangeiros.
Desde os anos 60 ela é símbolo de “rebeldia” para a esquerda peronista.
Sua efígie está presente nas passeatas desses setores em faixas e cartazes. No entanto, nessas ocasiões aparece na versão mais “simples”, sem os vestidos de luxo e sem as jóias que costumava ostentar.
Mas, enquanto esteve viva foi identificada com o Fascismo. Ela apoiou enfaticamente o regime de extrema direita do ditador espanhol Francisco Franco, entre outras ditaduras totalitárias.
Além disso, colaborou com seu marido, o presidente Juan Domingo Perón, a receber criminosos de guerra nazistas, nos anos seguintes ao fim da Segunda Guerra Mundial.
De quebra, Evita ajudou Perón na desarticulação dos sindicatos socialistas. Ela tornou-se na “protetora” do sindicalismo peronista, que costuma – ainda hoje - apresentar-se como uma “terceira via” entre o “capitalismo yankee” e o “marxismo ateu”.
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