Globo tentou dar a impressão de que se tratava de um embate homérico, entre a seleção brasileira de 58 e a de 70.Uma pelada de quinta categoria, que não se vê na terceira divisão de qualquer campeonato europeu.
E o Ronaldo?
Ronaldo está gordo, põe os bofes pela boca e, visivelmente, tem dificuldade de pisar com o pé direito.
Foi uma temeridade colocá-lo para jogar.
E um espetáculo patético.
Igual ou parecido foi o Denílson, um presepeiro irremediável, que não produziu – como nunca produziu – uma única jogada aproveitável.
Ronaldo dava pena.
Nem os jogadores do Corinthians o levaram a sério.
Não davam a bola para ele.
E os comentaristas da Globo?
Um tal de Noriega é a Miriam Leitão do futebol: diz o que o patrão (ou patrocinador, é a mesma raiz latina) - quer ouvir.
O Cleber Machado saiu-se com essa: não importa se o Ronaldo é essa porcaria… o que importa é que ele está em campo.
Ou seja, comparou o Ronaldo à grama do campo…
O Cleber chegou a se emocionar, quando viu o Ronaldo sair de campo com a mão no olho direito.
Coitado, deve estar em lágrimas.
Não, era uma microfonada…
De um dos 1001 repórteres que queriam testemunhar aquele velório como se fosse uma apoteose.
Viva o Brasil !
Paulo Henrique Amorim
Em tempo: a Globo vai conseguir transformar o futebol num esporte como o pólo. Francamente, um jogo do Corinthians que começa às 10 de noite e acaba meia noite, em dia de semana. Só no Brasil…
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