O juiz Pedro Guillermo Urbina declarou Fujimori culpado de abuso de poder por ter ordenado uma busca, sem mandado judicial, no luxuoso apartamento da mulher de seu então assessor e chefe de espionagem Vladimiro Montesinos, em novembro de 2000. No apartamento, Montesinos mantinha 40 caixas com fitas de áudio e vídeo que documentavam a corrupção no governo. Fujimori admitiu a culpa no caso, mas o tribunal não levou em conta sua confissão por considerá-la tardia.
O Farol de Alexandria (FHC) é testemunha de Fuji nos demais processos. O Farol também foi seu avalista para o terceiro mandato.
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