Lembra do “burro”, e do “bovino”, essas jóias raras do pensamento paulista ?
Saiu no caderno “Aliás”, do Estadão, nesse domingo 18/01, em depoimento do professor
Francisco Foot Hartman, historiador da Unicamp:
… o antipetismo é algo complexo. Responde a uma decepção quanto aos rumos tortuosos do partido,
… o antipetismo é algo complexo. Responde a uma decepção quanto aos rumos tortuosos do partido,
mas é fruto, sim, da chamada conciliação conservadora das classes dominantes. Ele se localizou na
região mais rica do País, sobretudo em São Paulo, e depois no Centro-Oeste, numa área do
agronegócio, mais emergente, mais pujante, mais próspera.
No caso de São Paulo, há o que chamo de uma “ideologia paulista” que sempre esteve mais propensa à
política com certo fundamento liberal, mas altamente excludente do ponto de vista social.
O antipetismo diz respeito a uma cristalização de preconceitos antipopulares que existem na sociedade
brasileira.”
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Pra simplificar, professor:
Antipetista é o político paulista que chama eleitor da Dilma no Nordeste de ignorante, e pseudo-
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Pra simplificar, professor:
Antipetista é o político paulista que chama eleitor da Dilma no Nordeste de ignorante, e pseudo-
intelectual paulista e da Rede Globo, que chama eleitor da Dilma no Nordeste de bovino.
Ou, para complicar, observar que a participação de São Paulo no conjunto da Economia diminui.
E, pela primeira vez, desde a eleição de Dutra, não houve um paulista candidato a Presidente.
Embora o Aécio tivesse feito tudo para se paulistar …
Como dizia o mestre Fernando Lyra – o importante é o rumo -, São Paulo não pensa o Brasil.
E como diz um ansioso blogueiro, sem o PiG esses tucanos paulistas não passavam de Resende.
Paulo Henrique Amorim
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