sexta-feira, 14 de junho de 2019

MAIS DE 45 MILHÕES CRUZAM OS BRAÇOS NA GREVE GERAL


Balanço da Central Única dos Trabalhadores (CUT) indica que que 45 milhões de 
trabalhadores participaram de atos ou paralisações até o início da tarde na Greve Geral desta 
sexa-feira (14J); até 13h, mais de 300 cidades de todos os estados haviam registrado protestos
247 com Brasil de Fato - Balanço da Central Única dos Trabalhadores (CUT) indica que que 45 
milhões de trabalhadores participaram de atos ou paralisações até o início da tarde na Greve Geral 
desta sexa-feira (14J). Até as 13 horas, mais de 300 cidades de todos os estados haviam registrado 
protestos.
Segundo boletim parcial das centrais sindicais e de movimentos populares, dezenas de cidades 
amanheceram com o transporte público total ou parcialmente parado – como São Paulo, Maringá 
(PR), Aracaju (SE), Florianópolis (SC), Brasília (DF), Volta Redonda (RJ), Sorocaba (SP), Feira de 
Santana (BA), Piracicaba (SP), Campo Grande (MS), Curitiba (PR e Salvador (BA).
Das 27 capitais, 19 tiveram o sistema de ônibus afetado pela mobilização. Outras oito não tiveram 
interrupção no transporte coletivo por ônibus, mas registraram bloqueios de ruas ou estradas por 
manifestantes, ou tiveram paralisação parcial no metrô.
Também estão parados trabalhadores de portos como o de Pecém no Ceará; refinarias, como Recap 
em Mauá e Abreu e Lima em Pernambuco; indústria metalúrgica, como Volks e Mercedes em São 
Bernardo; energia; bancários em São Paulo e no ABC; pessoal da Saúde; Eletricitários; Correios no 
Rio e São Paulo; e universidades como UFRJ, UFSC, UFAL, UFBA e UFCG; segundo os primeiros 
balanços.
Além das paralisações, o dia de Greve Geral está sendo marcado por dezenas de atos em todo país, 
organizados por movimentos populalres como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra 
(MST), Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Movimento dos Atingidos por Barreiras 
(MAB) e Marcha Mundial das Mulheres, com interdições de rodovias e avenidas.
Na cidade de São Paulo, ocorreram bloqueios na avenida 23 de Maio, no elevado João Goulart, na 
USP e em Sapopemba, entre outros pontos. No estado foram registrados atos em São Bernardo, 
Diadema, Campinas, Bauru, Itapeva, Sorocaba, Vinhedo, Taubaté e Presidente Prudente.
Houve bloqueios ainda em Santa Catarina (Florianópolis e Chapecó), Alagoas (Maceió), Paraná 
(Araucária, Francisco Beltrão, Cascavel e Pato Branco), Pará (Belém e Eldorado doas Carajás), 
Pernambuco (em várias rodovias do entorno de Recife e outros pontos do estado, como Aliança, 
Jaboatão, Gravatá, Pesqueira e Caruaru), em Minas Gerais (Ouro Preto, Juiz de Fora, Congonhas e 
BH), Rio de Janeiro (Capital, Niterói e Campos dos Goytacazes), Sergipe (Aracaju e Monte Alegre), 
Rio Grande do Norte (Natal, Extremoz e João Câmara); em vários pontos na Paraíba; na Bahia 
(Barreiras, Catités, Santo Antonio de Jesus, Salvador); no Maranhão (São Luís), no Rio Grande do 
Sul (Porto Alegre e Eldorado do Sul), em Rondônia (Jaru), em Goiás (Goiânia) e em muitos outros 
locais.

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