segunda-feira, 19 de outubro de 2015

"A GENTE FAZIA O IMPÍTIM PELA IMPRENSA"


"Sem Cunha não tem impítim"

Como dizia o Conversa Afiada, o impítim do Aecim não passava de um rolezinho do PiG: segura a 
minha notinha que eu seguro a sua.
Tinha a consistência daquilo que faz pesar a fralda de recém-nascido.
O Pauzinho do Dantas é um dos cérebros do impítim.
Ele estava naquele histórico café da manhã, com o Cunha e o Ministro (sic) Gilmar para organizar o 
impítim (no PiG).
Portanto, ele tem a autoridade política e moral para confessar: o impítim só existia no PiG e em mais 
nenhum lugar: "ninguém consegue fazer impeachment pela imprensa", diz o investigado pelo STF.
"Sem o Cunha não tem impítim!", diz ele.
E sem o FHC - seu "sociólogo" - também não!
(Dar a FHC o que é de FHC.)
O impítim subiu no telhado, diz o Pauzinho.
É de lá de cima que o Aecím vai cair.
Porque, segundo o Pauzinho, o Aecím ainda parece acalentar o sonho de que o impítim levará a 
novas eleições e ele será consagrado nas urnas.
Coitado do Aecím.
Não se elege deputado federal em Minas!
Nem o PSDB estará ao lado dele na Missa de Sétimo Dia que o Ataulpho Merval de Paiva vai 
mandar rezar, na rua Lopes Quintas, no Rio, oficiada por Dom Gilmar.
Fernando Henrique vai dizer que estará em Paris, na Avenue Foche.

Paulo Henrique Amorim
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