
Foi o ministro Luiz Fux, do STF quem mandou parar nesta quarta as investigações do MP do Rio
para apurar movimentações financeiras de Fabrício Queiroz, apontado como "caixa" do clã
Bolsonaro; ele atendeu pedido de Flávio Bolsonaro, filho de Jair; a mesma celeridade que Fux
demonstra agora na defesa do clã Bolsonaro o ministro demonstrou quando agiu contra os direitos de
Lula de conceder entrevistas e concorrer às eleições presidenciais; Fux assumiu o plantão do STF na
segunda e, dois dias depois, parou a investigação sobre Queiroz e o clã Bolsonaro.
O ministro Fux tem se notabilizado por agir com enorme presteza contra o ex-presidente Lula. Foi
O ministro Fux tem se notabilizado por agir com enorme presteza contra o ex-presidente Lula. Foi
ele quem em setembro cassou decisão do ministro Ricardo Lewandowski que autorizara entrevistas
de Lula à imprensa. O presidente do STF, Antonio Dias Toffoli, em vez de sustentar a decisão
original de Lewandowski, correu em apoio de Fux, numa sequência de decisões que surpreenderam o
mundo jurídico.
No exercício da Presidência do Tribunal Superior Eleitoral tomou decisão em 1º de agosto na qual
afirmava haver uma "inelegibilidade chapada" na candidatura do ex-presidente Lula, antes de
qualquer julgamento no TSE ou STF. A candidatura de Lula sequer havia sido lançada, o que
aconteceu apenas em 4 de agosto.
A mesma velocidade que Fux demonstrou contra Lula demonstra agora na defesa do clã Bolsonaro.
A mesma velocidade que Fux demonstrou contra Lula demonstra agora na defesa do clã Bolsonaro.
Em tempo: sigilo? Cadê o Moro? Cadê o Dalanhinho? Vão fazer greve de fome?
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