EM 2010, QUEM FUGIU PARA A ITÁLIA FOI UM COLUNISTA DA VEJA: Diogo
Mainardi saiu do país. Na sua crônica, brinca com o medo de ser preso. É medo real.
Condenado a três meses de prisão pelas calúnias contra Paulo Henrique Amorim, perdeu a
condição de réu primário. Há uma lista de ações contra ele. As cíveis, a Abril paga – como
parte do trato. As criminais são intransferíveis. E há muitas pelo caminho. Há meses e meses
meus advogados tentam citá-lo, em vão. Foge para todo lado. A intimação foi entregue na
portaria do seu prédio, mas os advogados da Abril querem impugnar, alegando que não foi
entregue em mãos. Tudo isso na era da Internet, quando todo mundo sabe que ele está sendo
procurado para ser intimado. O problema não é Mainardi. É apenas uma figura menor que,
em uma ação orquestrada, ganhou visibilidade nacional para poder efetuar os ataques
encomendados por Roberto Civita e José Serra. Quando passar o fragor da batalha, ainda será
contado o que foram esses anos de infâmia no jornalismo brasileiro.
O ex-presidente Lula rebateu a reportagem de capa desta semana da revista Veja, que o acusa de
planejar asilo político na Itália.
"Não satisfeita em virar piada no Brasil, Veja resolveu passar vergonha em escala internacional. Fez
"Não satisfeita em virar piada no Brasil, Veja resolveu passar vergonha em escala internacional. Fez
uma reportagem de capa fantasiosa, para dizer o mínimo, e inventou que o ex-presidente Lula estaria
planejando fugir para a Itália para evitar ser preso, com a ajuda da embaixada daquele país",
publicou Lula no Facebook.
Lula lançou ainda a hashtag #VejaMicoInternacional.
A embaixada da Itália já negou a capa da revista (aqui):
Em relação à matéria "O plano secreto" publicada na última edição da revista Veja, a Embaixada da
A embaixada da Itália já negou a capa da revista (aqui):
Em relação à matéria "O plano secreto" publicada na última edição da revista Veja, a Embaixada da
Itália declara:
1. As informações referentes à Embaixada e às supostas conversas do Embaixador Raffaele
1. As informações referentes à Embaixada e às supostas conversas do Embaixador Raffaele
Trombetta são inverídicas.
2.Relativamente ao evento no Palácio do Planalto, a pessoa destacada na fotografia e sentada em
2.Relativamente ao evento no Palácio do Planalto, a pessoa destacada na fotografia e sentada em
uma das primeiras fileiras não é o Embaixador Trombetta, como pode-se constatar facilmente. O EmbaixadorTrombetta estava sentado, junto a todos os demais embaixadores, no espaço reservado
ao corpo diplomático.
3. Na conversa telefônica citada, foi dito ao jornalista que não se queria comentar fatos que, no que
tange à Embaixada, eram e são totalmente inexistentes.
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