Colegas de Moro na UFPR produzem documento histórico.
Histórica “Carta de Curitiba” sepultou golpismo de Sérgio Moro na UFPR
Colegas do professor Sérgio Moro, na UFPR, em documento histórico intitulado Carta de Curitiba,
ensinaram ontem à noite ao juiz Sérgio Moro alguns preceitos básicos garantidos na Constituição
Federal de 1988. Na prática, juristas sepultaram o golpismo do coordenador da Vaza Jato no ninho
da serpente.
Os operadores do Direito denunciaram sistemáticos ataques às instituições democráticas e a
semeação de ódio, intolerância e violência pela velha mídia.
“As concessões dos serviços públicos de rádio e televisão devem ser utilizadas como instrumento de
ação política de grupos, instituições e organizações com o objetivo de desestabilizar o regime
democrático”, diz um trecho da Carta de Curitiba, em claro recado à Rede Globo.
O golpismo da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que repete 1964, também foi alvo da
O golpismo da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que repete 1964, também foi alvo da
artilharia dos juristas. Eles expressaram no documento “inconformismo republicano” à posição da
entidade que é favorável ao impeachment da presidente Dilma Rousseff – mesmo sem base legal.
A Carta de Curitiba ainda denuncia o juiz Sérgio Moro por produzir provas de maneira criminosa,
A Carta de Curitiba ainda denuncia o juiz Sérgio Moro por produzir provas de maneira criminosa,
ilegal, como grampos telefônicos, bem como condução coercitiva — do ex-presidente Luiz Inácio
Lula da Silva — sem prévia intimação judicial.
Na Carta, o mundo jurídico ensinou ao juiz Moro que não se pode vazar escutas telefônicas
Na Carta, o mundo jurídico ensinou ao juiz Moro que não se pode vazar escutas telefônicas
antecipadamente para a Globo em desacordo com as garantias constitucionais dos acusados; que a
defesa do Estado Democrático de Direito e da soberania nacional, que se manifestou pelo voto
legítimo em regular eleição, das garantias constitucionais do devido processo legal, especial da
ampla defesa, do contraditório, da presunção da inocência, da imparcialidade e do afastamento das
provas ilegítimas.
“É preciso ter coragem para denunciar o obscurantismo que insiste em se instalar no País”, diz o
documento que ainda segue aberto para assinatura da sociedade em geral (clique aqui para subscrevê-
lo).
O Blog do Esmael, em parceria com a TV 15, transmitiu o evento ao vivo para o Brasil e o mundo.
O Blog do Esmael, em parceria com a TV 15, transmitiu o evento ao vivo para o Brasil e o mundo.
Leia aqui a íntegra da Carta de Curitiba.
Lado de fora da UFPR tinha cinco mil pessoas acompanhando o ato
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