sábado, 19 de março de 2016

13/3: TUCANOS ENXOTADOS. 18/3: LULA CONSAGRADO


Enquanto o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o governador Geraldo Alckmin tentaram 
cavalgar a manifestação de 13 de março, e dela foram expulsos, o ex-presidente Lula, com um 
discurso de paz e conciliação, demonstrou sua liderança na manifestação de ontem, que reuniu 
uma multidão na Avenida Paulista; "No domingo, na Paulista, o governador Geraldo Alckmin 
e o senador Aécio Neves foram escorraçados do ato que eles próprios convocaram. Na verdade 
não foram eles, pessoalmente, os hostilizados, mas o que eles representam para quem foi às às 
ruas apoiar o golpe: a política. Agora à noite, na mesma Avenida Paulista, Lula foi ovacionado 
por centenas de milhares de pessoas que remavam na direção oposta dos manifestantes de 
domingo: hoje o povo celebrou, com Lula, a política como instrumento da democracia", postou 
o escritor Fernando Morais.

Ontem, ficou claro, que, para um segmento importante da 
sociedade, há um líder: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da 
Silva.



Abaixo, texto postado pelo jornalista Alan Rodrigues:

Para quem queria o Lula guerrilheiro encontrou Lulinha paz e amor. Um comício fabuloso que só o 
mito sabe fazer. O povo estava preparado para incendiar, Lula, como o maior líder politico desse 
país, chamou a massa para conciliação.

Abaixo, texto postado pelo escritor Fernando Morais:

No domingo, na paulista, o governador geraldo alkmin e o senador aécio neves foram escorraçados 
do ato que eles próprios convocaram. na verdade não foram eles, pessoalmente, os hostilizados, mas 
o que eles representam para quem foi às às ruas apoiar o golpe: a política. agora à noite, na mesma 
avenida paulista, lula foi ovacionado por centenas de milhares de pessoas que remavam na direção 
oposta dos manifestantes de domingo: hoje o povo celebrou, com lula, a política como instrumento 
da democracia.
Viva o povo brasileiro, viva lula, viva a democracia.

Abaixo, reportagem da Reuters:

Lula diz em ato pró-governo em SP que há tempo de "virar a história" até 2018sexta-feira, 18 de março de 2016 21:05 BRT

SÃO PAULO (Reuters) - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou nesta sexta-feira de 
ato em apoio ao governo na avenida Paulista, em São Paulo, e disse que até 2018, quando acaba o 
mandato da presidente Dilma Rousseff, há tempo de "virar a história".
De acordo com a Polícia Militar de São Paulo, 80 mil pessoas estiveram na manifestação às 18h45. 
Já o instituto Datafolha disse que o ato na Paulista reuniu 95 mil manifestantes.
"Eu aceitei participar do governo porque faltam 2 anos e 10 meses para a Dilma terminar o mandato 
dela e é tempo suficiente para a gente virar a história desse país", disse Lula, nomeado ministro-
chefe da Casa Civil pela presidente, diante de um mar vermelho de manifestantes.
"Eu posso dialogar com o trabalhador, com o sem-terra, com o com-terra, com o pequeno, médio e 
grande empresário, com o fazendeiro, com o banqueiro", acrescentou.
As manifestações a favor do governo se repetiram em outras cidades do país e ocorrem após 
protestos pedindo o impeachment de Dilma e contra a nomeação de Lula para o ministério, num 
momento de forte polarização política no Brasil.
"O que eu quero é que a gente aprenda a conviver de forma civilizada com as nossas diferenças. A 
democracia é a única possibilidade que a gente tem de fazer o povo participar", afirmou Lula
Aos gritos de "não vai ter golpe", os manifestantes, incluindo integrantes de centrais sindicais e 
movimentos sociais, ocuparam vários quarteirões da avenida Paulista.
"A participação na manifestação é importante, porque nós vivemos uma escalada e uma ofensiva de 
ataque aos direitos democráticos no país", afirmou Guilherme Boulos, do Movimento dos 
Trabalhadores Sem Teto (MTST), segundo o site da Frente Popular, uma das organizadoras do 
evento.
O ato na capital paulista aconteceu após a tropa de choque da Polícia Militar retirar, na manhã desta 
sexta, manifestantes contra o governo que estavam acampados na avenida, em uma operação com 
uso de bombas de gás e jatos de água.
O protesto antigoverno havia começado na quarta-feira depois da confirmação de que Lula havia 
aceito convite feito por Dilma para ser ministro da Casa Civil e da divulgação de conversas 
telefônicas do ex-presidente, interceptadas pela Polícia Federal, como parte das investigações da 
operação Lava Jato, em que Lula é um dos alvos. Milhares de manifestantes foram às ruas em 
diversas cidades do país no mesmo dia.
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Um comentário:

  1. Na manifestação da avenida paulista o líder do Movimento Brasil Livre após uma discussão com outras pessoas sobre o fim da liberação da avenida, teve que sair de lá e pra minha surpresa com sua BMW, e ainda ficam criticando quem foi para apoiar o Lula indo de ônibus.

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