sábado, 21 de novembro de 2015

2018: E SE O CANDIDATO NÂO FOR DO PT ?


O PSDB tem desafios insuperáveis: por exemplo, fazer o Farol de Alexandria calar a boca.
Porque quando ele fala:
- só diz besteira;
- esconde os outros tucanos atrás de sua lenga-lenga inútil e farisaica.
O segundo desafio será escolher um candidato que mantenha o controle da donataria de São Paulo, como faz há vinte anos.
Como se sabe, São Paulo é o Maranhão dos Sarney: os tucanos controlam TODA a imprensa.
Mas, até aí é possível ocorrer uma fadiga de material.
A falta d'água.
A violência – a Policia de São Paulo é a mais assassina e corrupta do Brasil!
A crise na Educação – repudiada por professores e alunos.
definhamento – como diria ao Ministro (sic) Gilmar – da economia do Estado que, a cada ano, perde um pedaço de sua participação no PIB nacional.
A mais completa inexistência de obras.
As únicas obras em curso em São Paulo são as do Governo Federal.
As obras do Alckmin têm a velocidade e a eficiência – sem falar na Ética – das obras do metrô!
Menos de um quilometro de metrô por ano!
E ainda levam os tucanos a sério!
Se você sair de São Paulo, o Brasil cresce!
O desafio dos tucanos de São Paulo é como ganhar a sucessão de Alckmin, com o legado do Governo do Alckmin.
Nem o PiG salva mais.
Nem o Místico da Moóca, o Padim Pade Cerra, que ninguém sabe do que vive!
Deve ser de óbulos…
Mas, esse é um problema da Província de São Paulo.
Vamos ao campo federal.
Alckmin é o candidato inevitável dos tucanos à sucessão da Dilma.
Ele controla o Partido.
Não é o Príncipe da Privataria, nem seu discípulo, o Cerra, e muito menos o Aecím, que não controla nem as esteiras da Body-Tech.
Alckmin manda no PSDB.
E como não pode se reeleger Governador, será candidato a Presidente, para perder de novo.
(Quando se candidatou, se inscreveu na História das Eleições Universais: teve menos votos no segundo turno do que no primeiro! Um jenio!)
Mas, aí vem o enrosco.
Mas supor que o Levy seja o coveiro do PT.
E que o Lula e o Jaques Wagner não sejam  candidatos.
E o PT apoie o Requião ou o Ciro.
(O Requião teria que sair do PMDB, que detonou, como o Ciro foi para o PDT.)
E, como diz o Conversa Afiada, o Lula será o arbitro da eleição.
E poderá apoiar um e outro.
Como ficam os tucanos de São Paulo, os sátrapas da Província?
Como se sabe, os candidatos tucanos não têm relevância ou popularidade nacional.
Eles são anti-petistas!
E mais nada!
São candidatos em nome do ódio que se construiu contra o PT.
E se não houver candidato do PT?
Ao contrario.
E se os candidatos – Requião ou Ciro – se notabilizarem, desde já, pelas críticas ferozes ao Levy, à aliança carcomida com o PMDB do Cunha, do Temer e do Wellington (os dois últimos não tem um voto…) ?
O Alckmin será candidato em nome de que?
Para enfrentar um candidato do PT que não é candidato?
Que herdeiro da Dilma e do Levy, se o Requião e o Ciro espinafram o Levy – muito mais que os neolibelês do PSDB?
O Alckmin só tem uma chance, na verdade.
É se a Fel-lha e o Sírio Libanês matarem o adversário.
Foi assim que elegeram o Aloysio 300 mil senador.
Fel-lha e o Sírio mataram o adversário, o Romeu Tuma.
Do PSDB se pode esperar tudo.
Da Fel-lha e do Sírio também!
(É ou não é o Maranhão dos Sarney?)

Em tempo, do amigo navegante Cordova Fotografia :
PRESIDENTE DO IBOPE DIZ QUE AÉCIO NÃO TEVE 48% EM 2014
Em resposta a críticas do senador tucano contra o instituto, que apontou rejeição de 47% ao nome de Aécio Neves, Carlos Augusto Montenegro disparou que, em 2014, o então presidenciável não obteve 48% dos votos dos eleitores, mas apenas 15%; segundo ele, 33% eram eleitores anti-PT, que votariam em outros candidatos

Paulo Henrique Amorim
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