segunda-feira, 10 de novembro de 2014

TUCANISTÂO PEDE R$ 3,5 BILHÕES AO BRASIL CONTRA A SECA


O Califa do Tucanistão vai a Brasília e, em reunião com a presidente, pede R$ 3,5 bilhões para 
dar andamento a oito obras de infraestrutura para abastecimento de água; algumas já ficarão 
prontas em 2015, assegura Geraldo Alckmin (PSDB); outras, apenas daqui a três anos; ele 
voltou a rechaçar necessidade de racionamento; "São Paulo enfrenta esta que é a pior seca dos 
últimos 84 anos com planejamento, com obra e com uso racional da água", afirmou; e negou 
que já tenha rejeitado ajuda do governo federal; nova reunião está marcada para segunda-
feira, quando secretários de Alckmin detalharão as obras.

SP 247 – A fim de evitar danos maiores pela pior crise hídrica dos últimos 84 anos em São Paulo, o 
governador Geraldo Alckmin (PSDB) se reuniu na tarde desta segunda-feira 10 com a presidente 
Dilma Rousseff, a quem pediu R$ 3,5 bilhões para financiar oito obras de abastecimento de água no 
estado.
Segundo ele, algumas obras começarão a ficar prontas já no ano que vem, outras apenas daqui a três 
anos. Ele voltou a dizer que não haverá necessidade de racionamento, pois São Paulo tem enfrentado a
seca com "planejamento, com obra e com uso racional de água".
"São Paulo enfrenta esta que é a pior seca dos últimos 84 anos com planejamento, com obra e com uso 
racional da água", afirmou. Segundo o governador, "temos um sistema extremamente forte. As obras 
para amanhã já estão sendo feitas".
Alckmin também declarou que não é verdade que ele tenha recusado ajuda do governo federal para 
enfrentar o problema. Ele ressaltou que nesses quatro anos do governo da presidente Dilma, os dois já 
realizaram diversas parcerias.
Ele afirmou que há cada vez mais obras para que o estado seja menos dependente da água do Sistema 
Cantareira, principal reservatório da região metropolitana de São Paulo e que registra o nível mais 
crítico nessa seca.
Segundo as ministras do Planejamento, Miriam Belchior, e do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, que 
também estiveram na reunião, Dilma pediu ao governador que detalhe as obras anunciadas hoje. Isso 
acontecerá em uma reunião marcada para a próxima segunda-feira entre as ministras e secretários do 
governo estadual.
A tentativa de solução para a crise hídrica abre uma janela de diálogo entre o PT e o PSDB, partidos 
que se digladiaram na disputa presidencial.
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