O Brasil dá uma banana para as agências de risco !
De OGlobo: SENADO APROVA MUDANÇA DOS INDEXADORES PARA ALIVIAR
Proposta prevê ainda revisão dos estoques até o final de 2012 e vai para sanção da presidente
Dilma
BRASÍLIA – O plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira o projeto de lei que muda os
BRASÍLIA – O plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira o projeto de lei que muda os
indexadores dos contratos de dívidas de estados e municípios com a União. O texto vai agora para
sanção da presidente Dilma Rousseff.
A proposta prevê que as dívidas de estados e municípios passem a ser corrigidas pela taxa Selic ou
A proposta prevê que as dívidas de estados e municípios passem a ser corrigidas pela taxa Selic ou
pelo IPCA mais 4% ao ano, o que for menor. Hoje, elas são corrigidas por IGP-DI mais 6% a 9%, o
que é mais custoso para os governos regionais.
(…)
Se o Haddad está fazendo um bom Governo, imagine agora…
Logo após a divulgação dessa informação, o prefeito de São Paulo Fernando Haddad conversou com o
Se o Haddad está fazendo um bom Governo, imagine agora…
Logo após a divulgação dessa informação, o prefeito de São Paulo Fernando Haddad conversou com o
ansioso blogueiro por telefone.
“É uma vitoria importante !”, ele disse.
“E uma promessa cumprida, porque nós, de São Paulo, como a cidade mais interessada, capitaneamos
“É uma vitoria importante !”, ele disse.
“E uma promessa cumprida, porque nós, de São Paulo, como a cidade mais interessada, capitaneamos
um trabalho de 180 municipios, com um quarto da população brasileira, que serão beneficiados por
essa histórica decisão” – clique aqui para assistir à entrevista de Haddad ao Conversa Afiada, quando
tratou da relevância da decisão de hoje.
“Cidades como Campinas e Salvador, estados como Alagoas e Rio Grande do Sul”, ele explicou. “Sao
municipios e estados de diferentes partidos.”
Haddad lembrou também que no discurso de volta ao Senado o candidato derrotado do PSDB disse
Haddad lembrou também que no discurso de volta ao Senado o candidato derrotado do PSDB disse
que encaminharia a favor de se rever o indexador da dívida.
Para Haddad, trata-se, também, de “uma repactuação federativa”, porque os municípios pagavam à
União uma taxa mais alta do que a União paga para rolar a sua divida.
Quer dizer, a União endividava os municipios para pagar o que devia.
A decisão do Senado corrige essa distorção.
Há uma outra lição a extrair dessa vitória: Haddad começa a recompor sua estrutura de Receitas, desde
Para Haddad, trata-se, também, de “uma repactuação federativa”, porque os municípios pagavam à
União uma taxa mais alta do que a União paga para rolar a sua divida.
Quer dizer, a União endividava os municipios para pagar o que devia.
A decisão do Senado corrige essa distorção.
Há uma outra lição a extrair dessa vitória: Haddad começa a recompor sua estrutura de Receitas, desde
que, numa decisão bizarra do então presidente do Supremo, Joaquim Barbosa, ficou impedido de
aumentar o IPTU da forma por que todos os prefeitos anteriores tinham feito…
O que também está para ser revisto.
Em tempo:
O que também está para ser revisto.
Em tempo:
A decisão histórica do Senado teve que ser adiada, porque as agências americanas de risco fizeram
terrorismo pré-eleitoral.
Se a União renunciasse aos recursos que recebe dessa deformação entre as taxas de juros cobradas e
Se a União renunciasse aos recursos que recebe dessa deformação entre as taxas de juros cobradas e
pagas, o equilíbrio orçamentário ficaria comprometido e o Brasil seria “desclassificado”.
Ameaçaram o Brasil de perder o grau de investimento.
O que é um blefe.
Isso não terá impacto fiscal de curto prazo.
Haverá tempo para Estados e municípios, além da União, se re-organizarem.
Como se sabe, risco corre mesmo quem leva essas agências a sério.
Basta assistir ao clássico “Inside Job”, documentário premiado.
Paulo Henrique Amorim
Ameaçaram o Brasil de perder o grau de investimento.
O que é um blefe.
Isso não terá impacto fiscal de curto prazo.
Haverá tempo para Estados e municípios, além da União, se re-organizarem.
Como se sabe, risco corre mesmo quem leva essas agências a sério.
Basta assistir ao clássico “Inside Job”, documentário premiado.
Paulo Henrique Amorim
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