Mas, não era para ser o Lewandowski ?
Estranho, muito estranho o presidente do Supremo sair de férias e se esquecer de assinar a ordem de prisão de João Paulo Cunha.
Clique aqui para ler por que Barbosa não mandou prender João Paulo .
(Como se sabe, não há provas contra João Paulo, Delubio, Genoino nem Dirceu … Já o Marcos Valeriodantas …Fala Valério, fala !)
O presidente Barbosa, que ainda não legitimou a Satiagraha, foi embora e deixou uma batata quente nas mãos da Ministra Cármen Lúcia (que já se manifestou contra “a formação de quadrilha”, tema dos embargos infringentes. Ela e a Ministra Rosa Weber).
A Ministra Cármen Lúcia se viu diante da pigal cobrança: trate de encarcerar o mensaleiro, viu ?
Senão, ahn, senão …
Acontece que o regimento impede que ela assine.
Quem tem que assinar é o relator-Presidente, outra irregularidade gritante: o Presidente ser o relator …
O mais estranho, porém, dessa Suprema patuscada, é que o substituto de Barbosa, Ministro Ricardo Lewandowski, não foi avisado das férias antecipadas.
Deve ter sabido que Cármen Lúcia estava em seu lugar pelo jornal nacional.
O que se pode extrair desse singelo acontecimento ?
Que o Presidente Barbosa, entre outras Supremas atribuições, faz o Presidente que quiser !
É só uma questão de tempo.
Lewandowski assume dia 20, segunda-feira da outra semana.
E quando o presidente Barbosa vai legitimar a Operação Satiagraha ?
Quantos dias depois do lançamento de “Operação Banqueiro” ?
Paulo Henrique Amorim
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