Tudo foi por agua abaixo.
Era lixo bombástico baseado num relatório calcado, essencialmente, em supostos dados de computadores apreendidos durante a invasão do exército colombiano ao Equador, na qual foram mortos 17 guerrilheiros daquela organização.
Estes dados nunca foram tornados públicos e podem ter sido objeto de todo tipo de manipulação, se é que existem.
Agora há pouco, nem mesmo a Justiça da Colômbia os admitiu como prova válida, por sua obtenção ilegal. Depois da qual, sabe-se lá o que aconteceu.
O mesmo critério, é obvio, não teve o jornal O Globo, do último dia 11, que reproduzo no post, acusando um governante de um país vizinho, eleito legitimamente, na posição de mandante de assassinatos, com base num documento que a Justiça considera, agora, lixo.
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